Experiência
O que o usuário vê e toca.
Tecnologias
Não escolhemos tecnologia por moda nem por preferência: escolhemos a que o seu caso justifica — e explicamos o porquê. Esta é a lista do que dominamos e usamos em produção.
Todo sistema que construímos tem a mesma anatomia: a experiência que o usuário toca, a aplicação que carrega as regras, os dados que precisam sobreviver a tudo e a operação que mantém o conjunto no ar. A tecnologia entra em uma dessas camadas — nunca solta.
O que o usuário vê e toca.
As regras que fazem o negócio funcionar.
O ativo que precisa sobreviver a tudo.
O que mantém o sistema no ar.
Esta lista descreve o que a empresa domina — não a stack de um produto específico. Em nenhum lugar deste site atribuímos tecnologia a um produto individual: essa informação não é pública.
A camada que o usuário toca. É onde performance e acabamento aparecem — ou não.
Nativo quando o recurso do aparelho exige; multiplataforma quando o ganho de tempo compensa.
Onde vivem as regras do negócio. A escolha aqui define o custo de manter o sistema por anos.
O contrato entre sistemas — e o controle de quem pode o quê.
Modelos aplicados a problema definido, com revisão humana onde o erro custa caro.
O ativo que sobrevive a qualquer troca de tecnologia. Modelagem antes de ferramenta.
Para que um sistema lento não derrube o outro — e nada se perca no caminho.
Infraestrutura dimensionada para o uso real, com custo sob controle.
Publicar deve ser rotina previsível, não evento de risco.
A decisão técnica vem antes do código
Conte o problema. Nós dizemos o que construir, o que comprar pronto e o que simplesmente não fazer.