Contrato de integração
Quais dados trafegam, em que direção, com que frequência e quem é a fonte da verdade de cada campo.
Solução
Integramos as plataformas que a operação já usa para que o dado circule sozinho, na hora certa e uma vez só — com tratamento de falha, reprocessamento e registro de tudo o que passou.
Quais dados trafegam, em que direção, com que frequência e quem é a fonte da verdade de cada campo.
Consumo e publicação de APIs REST, com autenticação, versionamento e limite de uso.
Webhooks e mensageria para que a informação chegue no momento em que acontece.
O que falha não se perde: entra em fila e é reprocessado com política de retentativa.
Regras para reconhecer que dois cadastros são a mesma pessoa antes de duplicá-la.
Rotina que compara os dois lados e aponta divergência, em vez de esperar alguém notar.
Registro de cada mensagem trocada, com estado, tentativa e motivo de falha.
Reenvio controlado do que falhou, sem duplicar o que já entrou.
A segunda coluna é a que quase ninguém publica. Ela existe porque um escopo com limite declarado é a única forma honesta de combinar preço e prazo.
Se um dos sistemas está prestes a ser trocado, integrar agora é construir sobre algo que vai sair. Se o volume é de poucos registros por semana, a integração pode custar mais do que a digitação que ela substitui. E se os dois sistemas discordam porque as REGRAS de negócio são diferentes, integração não resolve — ela só propaga a divergência mais rápido.
Uma integração ponta a ponta entre dois sistemas com API madura costuma levar semanas, não meses. O prazo estoura quando a API do outro lado é mal documentada, instável ou inexistente — e isso se descobre no diagnóstico, não no meio do projeto.
Qualidade e estabilidade das APIs envolvidas.
Quantidade de entidades a sincronizar (cliente, produto, pedido, nota).
Volume e frequência das trocas.
Necessidade de sincronização em tempo real ou em lote.
Estado dos dados históricos nos dois lados.
Regras de negócio divergentes entre os sistemas.
Solução não é uma caixa separada: é a aplicação dos mesmos serviços a um problema específico.
Solução não se compra de catálogo. Começa com um diagnóstico do processo real, e só depois vira escopo, prazo e proposta.
Quase nunca. Tempo real custa mais, falha mais e raramente é o que o negócio precisa. Perguntamos qual atraso é aceitável para cada dado — e boa parte deles aceita minutos ou horas sem prejuízo nenhum.
A integração é desenhada assumindo que isso vai acontecer. O que não passa entra em fila, é retentado com espaçamento crescente e gera alerta se persistir. O que não fazemos é prometer disponibilidade de uma API que não é nossa.
Com qualquer sistema que ofereça uma forma documentada de troca. Quando não há API, avaliamos alternativas e dizemos com clareza o quanto cada uma é frágil. Sistema fechado sem interface é limite técnico real, não falta de vontade.
Isso é a primeira decisão do projeto, não a última. Cada campo tem uma fonte da verdade declarada no contrato de integração. Sem isso, integração vira uma guerra silenciosa entre dois bancos de dados.
Na maioria dos casos, sim: a integração fica por fora, consumindo e publicando. Quando é preciso alterar algo dentro de um dos sistemas, dizemos antes de começar.
Integração de Sistemas
A conversa inicial e o diagnóstico preliminar não têm custo. Só depois vêm o escopo e a proposta.