Solução

Modernização de Sistemas
Sair do legado sem parar a operação.

Modernizamos sistemas que ainda sustentam a operação e por isso não podem ser desligados. O trabalho é progressivo: o antigo e o novo convivem enquanto o valor migra, em etapas com retorno possível.

DiagnósticoPlano por etapasConvivênciaMigração de dadosReescrita parcialDescomissionamento
01 O problema

O sistema que ninguém quer tocar e ninguém pode desligar

O que costuma acontecer

  • Quem escreveu o sistema não está mais na empresa, e não há documentação.
  • Qualquer alteração pequena leva semanas e assusta todo mundo.
  • A tecnologia saiu de suporte, e isso já apareceu em auditoria ou em conversa com cliente.
  • O sistema não roda em infraestrutura nova, então a infraestrutura envelhece junto.
  • Existe um plano de trocar tudo de uma vez que nunca começa, porque parar é impossível.

Sinais de que é o seu caso

  • Há um servidor que ninguém reinicia por medo.
  • A empresa deixou de vender algo porque o sistema não suportava.
  • O custo de manter cresce todo ano sem que nada melhore.
  • Integrar o legado com qualquer coisa nova é sempre a parte mais cara do projeto.
  • Existe uma versão do sistema que só roda na máquina de uma pessoa.
02 O que fazemos

As frentes desta solução.

01

Arqueologia

Levantamento do que o sistema faz de verdade — inclusive o que não está documentado em lugar nenhum.

02

Mapa de risco

O que quebra a operação se falhar, o que é acessório e o que já nem é usado.

03

Plano por etapas

Sequência de entregas com valor próprio, cada uma com caminho de volta.

04

Convivência

Camada que permite ao antigo e ao novo operarem juntos durante a transição.

05

Migração de dados

Transferência com validação, conferência de totais e período de comparação entre os dois lados.

06

Reescrita seletiva

Reescreve-se o que dá retorno; o que funciona e não incomoda pode ficar.

07

Testes de regressão

Rede de segurança que prova que o comportamento antigo foi preservado onde deveria.

08

Descomissionamento

Desligamento do legado só depois de o novo sustentar a operação, com plano de retenção do histórico.

03 Escopo

O que você recebe — e o que não recebe.

A segunda coluna é a que quase ninguém publica. Ela existe porque um escopo com limite declarado é a única forma honesta de combinar preço e prazo.

Está incluído

  • Diagnóstico do sistema atual, com mapa de funcionalidades e de risco.
  • Plano de modernização em etapas, com sequência e critério de conclusão de cada uma.
  • Camada de convivência entre o sistema antigo e o novo.
  • Migração de dados com relatório de validação.
  • Módulos modernizados em produção.
  • Testes automatizados das regras críticas.
  • Documentação do que foi reconstruído.
  • Plano de descomissionamento do legado, incluindo retenção do histórico.

Não está incluído

  • Licenças e infraestrutura da plataforma de destino.
  • Recuperação de dados corrompidos ou perdidos antes do projeto.
  • Manutenção evolutiva do sistema legado durante a transição, salvo se contratada.
  • Reescrita completa em uma única entrega — não é assim que se troca sistema em operação.
  • Garantia de que nenhum comportamento antigo será perdido: parte do legado não está documentada nem na cabeça de ninguém.
  • Treinamento organizacional amplo além das equipes que operam os módulos entregues.
04 Contraindicação

Quando não modernizar

Se o sistema funciona, não impede nenhuma decisão de negócio e o custo de manter é baixo, modernizar é gastar por estética. Se a empresa vai mudar de modelo de negócio no próximo ano, modernizar agora é reconstruir algo que será jogado fora. E se não houver ninguém do lado do cliente com autoridade para decidir regras de negócio, o projeto trava — modernização é 40% arqueologia e 60% decisão.

05 Prazo

Quanto tempo leva — e o que faz variar.

As primeiras etapas costumam entregar valor em semanas; a substituição completa é medida em meses e às vezes em anos. Desconfie de quem promete prazo fechado antes do diagnóstico: até o levantamento terminar, ninguém sabe o que existe lá dentro.

01

Tamanho e idade do sistema legado.

02

Existência de documentação e de pessoas que conheçam as regras.

03

Acoplamento entre módulos.

04

Qualidade e volume dos dados históricos.

05

Janela de indisponibilidade que a operação tolera.

06

Quantidade de integrações que dependem do legado.

06 Serviços envolvidos

De onde esta solução sai.

Solução não é uma caixa separada: é a aplicação dos mesmos serviços a um problema específico.

Sistemas Corporativos
ERP, CRM, integrações e modernização de sistemas para sua operação. Ver o serviço →
Sustentação
Suporte, monitoramento e evolução contínua para os seus sistemas. Ver o serviço →
07 Como uma solução começa

Antes da proposta, o diagnóstico.

Solução não se compra de catálogo. Começa com um diagnóstico do processo real, e só depois vira escopo, prazo e proposta.

Diagnóstico
Conversa inicial sem custo, com quem executa o processo.
Mapeamento
O processo como ele acontece hoje, com os pontos de perda marcados.
Recomendação
O que automatizar, o que integrar e o que deixar como está.
Proposta
Escopo, etapas e prazo — depois do diagnóstico, nunca antes.
08 Perguntas frequentes

As perguntas que
realmente fazem.

01Dá para reescrever tudo de uma vez?+

Dá, e é a forma mais comum de fracassar. Reescrita total tem prazo longo, sem entrega intermediária, e a operação continua correndo no sistema antigo — que precisa de manutenção enquanto isso. Trabalhamos por etapas com valor próprio.

02Vamos precisar parar a operação?+

O plano é desenhado para não parar. Onde uma janela for inevitável, ela é combinada, curta e com procedimento de retorno testado antes.

03E os dados antigos?+

Migram com validação: conferência de totais, amostragem e um período em que os dois lados são comparados. O que não migra fica acessível para consulta pelo prazo que a empresa precisar guardar.

04Vocês assumem sistema feito por outro fornecedor?+

Sim, e é o caso mais comum. O diagnóstico existe justamente para isso: entender o que está lá antes de assumir qualquer compromisso de prazo.

05E se descobrirem algo pior do que o esperado no meio do caminho?+

Acontece, e é por isso que o plano tem etapas com critério de conclusão. Quando o diagnóstico muda, o plano muda e a conversa é aberta — em vez de o prazo escorregar em silêncio.

09 Outras soluções

O que mais resolvemos.

Modernização de Sistemas

Vamos falar sobre
o seu caso?

A conversa inicial e o diagnóstico preliminar não têm custo. Só depois vêm o escopo e a proposta.