Arqueologia
Levantamento do que o sistema faz de verdade — inclusive o que não está documentado em lugar nenhum.
Solução
Modernizamos sistemas que ainda sustentam a operação e por isso não podem ser desligados. O trabalho é progressivo: o antigo e o novo convivem enquanto o valor migra, em etapas com retorno possível.
Levantamento do que o sistema faz de verdade — inclusive o que não está documentado em lugar nenhum.
O que quebra a operação se falhar, o que é acessório e o que já nem é usado.
Sequência de entregas com valor próprio, cada uma com caminho de volta.
Camada que permite ao antigo e ao novo operarem juntos durante a transição.
Transferência com validação, conferência de totais e período de comparação entre os dois lados.
Reescreve-se o que dá retorno; o que funciona e não incomoda pode ficar.
Rede de segurança que prova que o comportamento antigo foi preservado onde deveria.
Desligamento do legado só depois de o novo sustentar a operação, com plano de retenção do histórico.
A segunda coluna é a que quase ninguém publica. Ela existe porque um escopo com limite declarado é a única forma honesta de combinar preço e prazo.
Se o sistema funciona, não impede nenhuma decisão de negócio e o custo de manter é baixo, modernizar é gastar por estética. Se a empresa vai mudar de modelo de negócio no próximo ano, modernizar agora é reconstruir algo que será jogado fora. E se não houver ninguém do lado do cliente com autoridade para decidir regras de negócio, o projeto trava — modernização é 40% arqueologia e 60% decisão.
As primeiras etapas costumam entregar valor em semanas; a substituição completa é medida em meses e às vezes em anos. Desconfie de quem promete prazo fechado antes do diagnóstico: até o levantamento terminar, ninguém sabe o que existe lá dentro.
Tamanho e idade do sistema legado.
Existência de documentação e de pessoas que conheçam as regras.
Acoplamento entre módulos.
Qualidade e volume dos dados históricos.
Janela de indisponibilidade que a operação tolera.
Quantidade de integrações que dependem do legado.
Solução não é uma caixa separada: é a aplicação dos mesmos serviços a um problema específico.
Solução não se compra de catálogo. Começa com um diagnóstico do processo real, e só depois vira escopo, prazo e proposta.
Dá, e é a forma mais comum de fracassar. Reescrita total tem prazo longo, sem entrega intermediária, e a operação continua correndo no sistema antigo — que precisa de manutenção enquanto isso. Trabalhamos por etapas com valor próprio.
O plano é desenhado para não parar. Onde uma janela for inevitável, ela é combinada, curta e com procedimento de retorno testado antes.
Migram com validação: conferência de totais, amostragem e um período em que os dois lados são comparados. O que não migra fica acessível para consulta pelo prazo que a empresa precisar guardar.
Sim, e é o caso mais comum. O diagnóstico existe justamente para isso: entender o que está lá antes de assumir qualquer compromisso de prazo.
Acontece, e é por isso que o plano tem etapas com critério de conclusão. Quando o diagnóstico muda, o plano muda e a conversa é aberta — em vez de o prazo escorregar em silêncio.
Modernização de Sistemas
A conversa inicial e o diagnóstico preliminar não têm custo. Só depois vêm o escopo e a proposta.